Estão abertas as inscrições para concurso público da Universidade Federal de Alfenas (MG). A seleção visa preencher 10 vagas sendo que para concorrer as oportunidades de analista de tecnologia da informação (2), farmacêutico (1), odontólogo (1), engenheiro de segurança do trabalho (1), arquiteto e urbanista (1) e pedagogo (1) é preciso ter nível superior. Já para as outras três vagas dividias entre as oportunidades de técnico de laboratório/área: informática (1) e técnico da informação (2) é preciso ter nível médio. A remuneração varia de R$ 1.821,94 à R$ 2.989,33, de acordo com a vaga.
Os candidatos interessados podem fazer as inscrições através do site das 8h do dia 20 de setembro às18h do dia 10 de novembro. A taxa de inscrição é de R$ 45,00 para as oportunidades que exigem nível médio e R$ 70,00 para as que exigem nível superior. Os candidatos inscritos no Cadastro Único para programas sociais do Governo Federal (CadÚnico) podem pedir isenção da taxa de inscrição apresentando requerimento do candidato à Pró-Reitoria de Recursos Humanos até 5 dias corridos após o início do período de inscrição.
Processo de seleção
A seleção do concurso será feita em apenas uma etapa eliminatória e classificatória, onde deverão ser feitas duas provas com 60 questões divididas entre os temas de conhecimentos gerais e conhecimentos específicos. O dia, local e horário da prova serão divulgados posteriormente no site da UNIFAL.
A validade do concurso será de um ano a partir da divulgação dos resultados podendo ser adiado para mais um ano de acordo critérios da UNIFAL.
É um canal onde você pode interagir conosco, fazer comentários e também manter-se em dia com as novidades de Pompéu e região,do mercado de trabalho,concursos e cursos gratuitos.Voltado para o crescimento pessoal e profissional.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Contador que não atende Empreendedor Individual será excluído do Simples Nacional
A Receita Federal do Brasil se prepara para fazer esse levantamento e iniciar o movimento para exclusões; atualmente 31 mil empresas da área estão no sistema, conforme a Fenacon
Dilma Tavares
Brasília - Empresas de contabilidade que estão no Simples Nacional e não estão atendendo gratuitamente os empreendedores individuais serão excluídas desse sistema diferenciado de tributação. A Receita Federal do Brasil se prepara para fazer esse levantamento e iniciar o movimento de exclusão, conforme alertou o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick, em encontro com contadores na manhã desta sexta-feira (24), em Brasília.
A Lei Complementar 128/08, que cria o Empreendedor Individual, permite a inclusão de empresas de contabilidade no Simples Nacional recolhendo tributos na tabela 3, mais vantajosa. E também fixa, como contrapartida, que esses profissionais façam o registro e a primeira declaração da receita anual dos empreendedores individuais, de forma gratuita.
De acordo com Bruno Quick, a Receita vem levando em conta um grande número de reclamações sobre empresas de contabilidade que, se não estão se negando, estão dificultando o atendimento a esses empreendedores. Ele lembra que a entrada das empresas de contabilidade no Simples foi uma negociação dura que contou com o apoio do Sebrae com a condição da contrapartida.
Na sua avaliação, essa medida não deveria ser necessária dada a importância do Empreendedor Individual para a inclusão econômica e social e o compromisso desses profissionais com o desenvolvimento das suas cidades, dos seus estados e do País. São resultados que também se refletem nas empresas de contabilidade e no profissional da área, lembra Quick.
Para ele, se o contador ampliar a visão vai enxergar que, ao atender ao público do Empreendedor Individual, também está investindo em futuros clientes. "Mas para tudo isso, explica, é preciso que a ação desse profissional vá além do mero atendimento burocrático e que ele se torne um orientador desses empreendedores", afirma.
Dilma Tavares
Brasília - Empresas de contabilidade que estão no Simples Nacional e não estão atendendo gratuitamente os empreendedores individuais serão excluídas desse sistema diferenciado de tributação. A Receita Federal do Brasil se prepara para fazer esse levantamento e iniciar o movimento de exclusão, conforme alertou o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick, em encontro com contadores na manhã desta sexta-feira (24), em Brasília.
A Lei Complementar 128/08, que cria o Empreendedor Individual, permite a inclusão de empresas de contabilidade no Simples Nacional recolhendo tributos na tabela 3, mais vantajosa. E também fixa, como contrapartida, que esses profissionais façam o registro e a primeira declaração da receita anual dos empreendedores individuais, de forma gratuita.
De acordo com Bruno Quick, a Receita vem levando em conta um grande número de reclamações sobre empresas de contabilidade que, se não estão se negando, estão dificultando o atendimento a esses empreendedores. Ele lembra que a entrada das empresas de contabilidade no Simples foi uma negociação dura que contou com o apoio do Sebrae com a condição da contrapartida.
Na sua avaliação, essa medida não deveria ser necessária dada a importância do Empreendedor Individual para a inclusão econômica e social e o compromisso desses profissionais com o desenvolvimento das suas cidades, dos seus estados e do País. São resultados que também se refletem nas empresas de contabilidade e no profissional da área, lembra Quick.
Para ele, se o contador ampliar a visão vai enxergar que, ao atender ao público do Empreendedor Individual, também está investindo em futuros clientes. "Mas para tudo isso, explica, é preciso que a ação desse profissional vá além do mero atendimento burocrático e que ele se torne um orientador desses empreendedores", afirma.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
UFSJ - Concurso para docentes
A Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) abriu hoje edital para 4 vagas de professor nas áreas de Neurologia, Oftalmologia, Clínica Médica e Imaginologia.
Inscrições abertas até o dia 22 de outubro com taxa de R$ 47,65 reais, devendo ser paga após preenchimento do formulário da Guia de Recolhimento da União (GRU) no Banco do Brasil que está disponível no site. Os candidatos devem efetuar as inscrições no Campos Centro Oeste Dona Lindu da UFSJ, Divinópolis no seguinte endereço: rua Sebastião Gonçalves Coelho, 400, Chanadour, Divinópolis, CEP: 35501-296, ou enviando a documentação via Sedex.
O processo de seleção será feito através de três etapas: prova escrita, prova didática e prova de título. A primeira prova será aplicada no dia, local e horário informados ao candidato após as inscrições e neste dia, da primeira prova deverá ser entregue o Currículo Vitae/Lattes, das 14h as 16h30. O concurso terá validade de dois anos.
* Escolaridade: Nível superior
* Salário: R$ 1.588,62 a R$ 2.186,81
* Vagas: 4
* Inscrições: até o dia 22 de outubro
* Taxa de inscrição: R$ 47,65
* Site: http://www.ufsj.edu.br
Inscrições abertas até o dia 22 de outubro com taxa de R$ 47,65 reais, devendo ser paga após preenchimento do formulário da Guia de Recolhimento da União (GRU) no Banco do Brasil que está disponível no site. Os candidatos devem efetuar as inscrições no Campos Centro Oeste Dona Lindu da UFSJ, Divinópolis no seguinte endereço: rua Sebastião Gonçalves Coelho, 400, Chanadour, Divinópolis, CEP: 35501-296, ou enviando a documentação via Sedex.
O processo de seleção será feito através de três etapas: prova escrita, prova didática e prova de título. A primeira prova será aplicada no dia, local e horário informados ao candidato após as inscrições e neste dia, da primeira prova deverá ser entregue o Currículo Vitae/Lattes, das 14h as 16h30. O concurso terá validade de dois anos.
* Escolaridade: Nível superior
* Salário: R$ 1.588,62 a R$ 2.186,81
* Vagas: 4
* Inscrições: até o dia 22 de outubro
* Taxa de inscrição: R$ 47,65
* Site: http://www.ufsj.edu.br
Prefeitura de Uberlândia (MG) abre 1.812 vagas
Estão abertas as inscrições para o concurso da Prefeitura de Uberlândia. Os candidatos interessados podem se inscrever do dia 27 de setembro até 16 de outubro para uma das 1.812 vagas ofertadas. Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade e os salários variam de R$ 517,30 a R$ 1.397,47.
As taxas de inscrição variam de R$ 12 a R$ 24 de acordo com a vaga como consta no edital. Para se inscrever é preciso entrar no site http://www.conesul.org/ e clicar no link da Prefeitura Municipal de Uberlândia ou então entrar no site da Prefeitura http://www.uberlandia.mg.gov.br/ e clicar no link do Concurso Público. Para se inscrever pessoalmente é preciso ir ao posto de atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h, situado no endereço Av. Alexandre Guimarães nº 5, bairro Santa Maria em Uberlândia.
A seleção será feita através de provas objetivas, provas práticas, prova de redação, avaliação física e análise de títulos. As datas e locais serão divulgados pela Prefeitura de Uberlândia através de quadros de publicações. A Câmara Municipal de Uberlândia e a Prefeitura de Uberlândia divulgarão os quadros em suas sedes localizadas na Av. João Naves de Ávila, 1617, respectivamente, e em seus sites: www.conesul.org e www.uberlandia.mg.gov.br.
As datas das provas e os locais serão divulgados nos quadros de publicações da Prefeitura de Uberlândia, situada na Av. Anselmo Alves dos Santos, 600 – Santa Mônica, na Câmara Municipal de Uberlândia, situada na Av. João Naves de Ávila, nº 1617, e nos sites da Fundação Conesul (www.conesul.org), da prefeitura (www.uberlandia.mg.gov.br) e da Câmara Municipal de Uberlândia (www.camarauberlandia.mg.gov.br).
As taxas de inscrição variam de R$ 12 a R$ 24 de acordo com a vaga como consta no edital. Para se inscrever é preciso entrar no site http://www.conesul.org/ e clicar no link da Prefeitura Municipal de Uberlândia ou então entrar no site da Prefeitura http://www.uberlandia.mg.gov.br/ e clicar no link do Concurso Público. Para se inscrever pessoalmente é preciso ir ao posto de atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h, situado no endereço Av. Alexandre Guimarães nº 5, bairro Santa Maria em Uberlândia.
A seleção será feita através de provas objetivas, provas práticas, prova de redação, avaliação física e análise de títulos. As datas e locais serão divulgados pela Prefeitura de Uberlândia através de quadros de publicações. A Câmara Municipal de Uberlândia e a Prefeitura de Uberlândia divulgarão os quadros em suas sedes localizadas na Av. João Naves de Ávila, 1617, respectivamente, e em seus sites: www.conesul.org e www.uberlandia.mg.gov.br.
As datas das provas e os locais serão divulgados nos quadros de publicações da Prefeitura de Uberlândia, situada na Av. Anselmo Alves dos Santos, 600 – Santa Mônica, na Câmara Municipal de Uberlândia, situada na Av. João Naves de Ávila, nº 1617, e nos sites da Fundação Conesul (www.conesul.org), da prefeitura (www.uberlandia.mg.gov.br) e da Câmara Municipal de Uberlândia (www.camarauberlandia.mg.gov.br).
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Programa de qualificação quer superar déficit de 20 mil costureiras em Minas
A indústria da moda está chegando à periferia de Belo Horizonte para formar costureiras que possam sanar um déficit de mão de obra de 20 mil profissionais do setor no estado. Para isso, pretende levar escolas de costura a comunidades carentes como Aglomerado da Serra e Barragem Santa Lúcia, na Região Centro -Sul da capital, Vila Cemig e Vila Independência, no Barreiro, Vila São José, na Região Nordeste da cidade, e Morro das Pedras, na Região Oeste. O desafio é resgatar a profissão, formar pessoal e oferecer trabalhadores minimamente qualificados para a indústria de confecção. A situação do setor é tão grave, que o presidente da Citerol, fabricante de uniformes industriais, René Wakil Júnior, reconhece que se 20 costureiras batessem hoje à porta de sua empresa, seriam contratadas de uma só vez.
“A falta de mão de obra não atinge só o setor do vestuário, é um problema que as empresas brasileiras estão vivendo de um modo geral. Mas as costureiras deixaram sua atividade para se dedicar a outras profissões”, explica. Essa é a primeira vez que a iniciativa privada se une às empresas e ao poder público com o objetivo de treinar profissionais que terão grandes chances de ser absorvidas pelo mercado de trabalho. O fruto dessa união ganhou o nome de Economia do Território, que pretende levar as demandas das empresas às escolas profissionalizantes de costura nas periferias, de modo a suprir objetivamente a demanda por mão de obra.
Na Vila Cafezal, no Aglomerado da Serra, o grupo Meninas do Cafezal trabalha diariamente na sede da associação comunitária local para formar bordadeiras. Hoje, elas reúnem 24 mulheres de nove a 56 anos e produzem artigos bordados com a ajuda de voluntárias da Igreja Católica. Segundo a coordenadora da cooperativa, Vera Lúcia Severiano Veloso, as jovens da região não querem saber da profissão. Ela acredita, no entanto, que se houvesse uma escola de costura mais estruturada na Vila, com máquinas à disposição das estudantes e professores capacitados, as meninas se sentiriam mais atraídas. “Se fosse no próprio bairro, elas se interessariam mais. Os gastos com passagem e alimentação atrapalham. E além disso elas têm preguiça de sair para longe do local onde moram”.
Esforço extra Segundo o presidente da Colortêxtil, Flávio Roscoe, a idade das costureiras que trabalham nas confecções de Minas gira em torno dos 45 anos. “As meninas não se interessam pela profissão. Preferem ser operadoras de telemarketing ou trabalhar nos caixas dos supermercados. O setor não agregou novas profissionais e, ao mesmo tempo, foi perdendo espaço para a invasão chinesa”, observa. Por isso, segundo ele, será necessário fazer um “esforço extra” para formar costureiras daqui para a frente. E é exatamente daí que vem a ideia de aproximar as escolas de costura das comunidades carentes.
“A gente sabe que o empresário precisa de mão de obra e que tem muita gente na periferia precisando trabalhar”, resume Marta Machado, supervisora do projeto. Hoje, segundo ela, uma costureira experiente pode conseguir rendimentos de R$ 1.200 numa confecção. “O problema é que todo mundo quer o glamour da moda, mas ninguém quer saber de costurar”. Esse tipo de reclamação pode ser ouvido em todos os segmentos ligados à indústria de confecção no Brasil e em Minas. Mudanças de hábito na sociedade e o advento da internet, aliados à dificuldade financeira para bancar os custos de alimentação e transporte durante os cursos, dificultam ainda mais a renovação da mão de obra no segmento.
“A falta de mão de obra não atinge só o setor do vestuário, é um problema que as empresas brasileiras estão vivendo de um modo geral. Mas as costureiras deixaram sua atividade para se dedicar a outras profissões”, explica. Essa é a primeira vez que a iniciativa privada se une às empresas e ao poder público com o objetivo de treinar profissionais que terão grandes chances de ser absorvidas pelo mercado de trabalho. O fruto dessa união ganhou o nome de Economia do Território, que pretende levar as demandas das empresas às escolas profissionalizantes de costura nas periferias, de modo a suprir objetivamente a demanda por mão de obra.
Na Vila Cafezal, no Aglomerado da Serra, o grupo Meninas do Cafezal trabalha diariamente na sede da associação comunitária local para formar bordadeiras. Hoje, elas reúnem 24 mulheres de nove a 56 anos e produzem artigos bordados com a ajuda de voluntárias da Igreja Católica. Segundo a coordenadora da cooperativa, Vera Lúcia Severiano Veloso, as jovens da região não querem saber da profissão. Ela acredita, no entanto, que se houvesse uma escola de costura mais estruturada na Vila, com máquinas à disposição das estudantes e professores capacitados, as meninas se sentiriam mais atraídas. “Se fosse no próprio bairro, elas se interessariam mais. Os gastos com passagem e alimentação atrapalham. E além disso elas têm preguiça de sair para longe do local onde moram”.
Esforço extra Segundo o presidente da Colortêxtil, Flávio Roscoe, a idade das costureiras que trabalham nas confecções de Minas gira em torno dos 45 anos. “As meninas não se interessam pela profissão. Preferem ser operadoras de telemarketing ou trabalhar nos caixas dos supermercados. O setor não agregou novas profissionais e, ao mesmo tempo, foi perdendo espaço para a invasão chinesa”, observa. Por isso, segundo ele, será necessário fazer um “esforço extra” para formar costureiras daqui para a frente. E é exatamente daí que vem a ideia de aproximar as escolas de costura das comunidades carentes.
“A gente sabe que o empresário precisa de mão de obra e que tem muita gente na periferia precisando trabalhar”, resume Marta Machado, supervisora do projeto. Hoje, segundo ela, uma costureira experiente pode conseguir rendimentos de R$ 1.200 numa confecção. “O problema é que todo mundo quer o glamour da moda, mas ninguém quer saber de costurar”. Esse tipo de reclamação pode ser ouvido em todos os segmentos ligados à indústria de confecção no Brasil e em Minas. Mudanças de hábito na sociedade e o advento da internet, aliados à dificuldade financeira para bancar os custos de alimentação e transporte durante os cursos, dificultam ainda mais a renovação da mão de obra no segmento.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
PRORROGADAS AS INSCRIÇÕES PARA O PEP 2011
COMUNICADO URGENTE
Devido ao elevado número de interessados em participar do Programa de Ensino Profissional - PEP 2011 a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais torna pública a prorrogação das inscrições até a meia noite de quinta-feira, 23 de setembro de 2010.
Para se inscrever o interessado deverá acessar o site da secretaria por meio do link: http://74.84.138.63/PEP/inscricao/index.php.
Devido ao elevado número de interessados em participar do Programa de Ensino Profissional - PEP 2011 a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais torna pública a prorrogação das inscrições até a meia noite de quinta-feira, 23 de setembro de 2010.
Para se inscrever o interessado deverá acessar o site da secretaria por meio do link: http://74.84.138.63/PEP/inscricao/index.php.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Ensine sua família a calcular o consumo de energia
Todos os especialistas fazem coro ao dizer que a consciência do consumo leva a uma atuação ambientalmente responsável. Isso significa um planeta melhor e, quase sempre, economia no bolso.
Para isso é preciso ter no dia a dia a mesma atitude que se tem ao fazer o controle do orçamento familiar. A conta do consumo de energia elétrica não deve ser tratada diferentemente da que se faz com a do supermercado, da escola ou dos gastos com o carro.
Uma maneira simples e divertida de começar esse controle é entender como o consumo de energia pode ser melhor administrado no seu dia a dia e não apenas quando chega a conta de luz, no mês seguinte.
Para chegar a esse cálculo você precisa de quatro passos:
1. Pegar a potência de um aparelho elétrico (esse número, em watts, vem no próprio aparelho ou em seus manuais).
2. Dividir essa potência (P) por 1.000.
3. Multiplicar pelo tempo em que o aparelho ficou ligado (T).
4. Multiplicar pelo custo do kWh de sua concessionária de energia. A conta de luz traz o valor do kWh (kilowatt/hora).
Resumidamente, você terá P (potência) dividido por 1.000 vezes T (tempo). O resultado deverá ser multiplicado pelo valor do kWh.
Exemplo prático: o chuveiro. Uma média de potência é 5.000 watts. No caso de um banho de 20 minutos, a conta será: P (5.000 dividido por 1.000 = 5) multiplicado por T (tempo, que foi 20 minutos por dia x 30 dias = 600 minutos, ou 10 horas). Então, basta multiplicar 5 por 10 horas = 50. Aí multiplique pelo valor do kWh de sua conta (exemplo, R$ 0,30). Só com o banho o gasto será de R$ 15 por mês.
Pense numa casa de quatro pessoas. A conta pula para R$ 60 reais apenas com o chuveiro (fora os impostos que são cobrados em cima do valor da conta). Assim, se o banho for cortado para 10 minutos por dia, uma casa de quatro pessoas deixará de gastar R$ 360 por ano apenas no banho. Dá para economizar em todo o resto. E o planeta lucrará também.
Para isso é preciso ter no dia a dia a mesma atitude que se tem ao fazer o controle do orçamento familiar. A conta do consumo de energia elétrica não deve ser tratada diferentemente da que se faz com a do supermercado, da escola ou dos gastos com o carro.
Uma maneira simples e divertida de começar esse controle é entender como o consumo de energia pode ser melhor administrado no seu dia a dia e não apenas quando chega a conta de luz, no mês seguinte.
Para chegar a esse cálculo você precisa de quatro passos:
1. Pegar a potência de um aparelho elétrico (esse número, em watts, vem no próprio aparelho ou em seus manuais).
2. Dividir essa potência (P) por 1.000.
3. Multiplicar pelo tempo em que o aparelho ficou ligado (T).
4. Multiplicar pelo custo do kWh de sua concessionária de energia. A conta de luz traz o valor do kWh (kilowatt/hora).
Resumidamente, você terá P (potência) dividido por 1.000 vezes T (tempo). O resultado deverá ser multiplicado pelo valor do kWh.
Exemplo prático: o chuveiro. Uma média de potência é 5.000 watts. No caso de um banho de 20 minutos, a conta será: P (5.000 dividido por 1.000 = 5) multiplicado por T (tempo, que foi 20 minutos por dia x 30 dias = 600 minutos, ou 10 horas). Então, basta multiplicar 5 por 10 horas = 50. Aí multiplique pelo valor do kWh de sua conta (exemplo, R$ 0,30). Só com o banho o gasto será de R$ 15 por mês.
Pense numa casa de quatro pessoas. A conta pula para R$ 60 reais apenas com o chuveiro (fora os impostos que são cobrados em cima do valor da conta). Assim, se o banho for cortado para 10 minutos por dia, uma casa de quatro pessoas deixará de gastar R$ 360 por ano apenas no banho. Dá para economizar em todo o resto. E o planeta lucrará também.
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