O seu posicionamento profissional – e até mesmo de vida – é o lugar onde você está ou quer estar no mercado. É lá que você vai ser reconhecido pelos seus clientes e pelos seus concorrentes, é como você vai ser procurado pelos jornalistas atentos ao seu trabalho.
Uma vez que você descubra tudo a seu respeito, para tomar um posicionamento profissional, então é preciso testar e ajustar tudo isso às necessidades de mercado.
Então, pesquise e descubra:
1.Onde estão os seus clientes potenciais?
2.Eles estão comprando os produtos que você tem para oferecer?
3.O que os clientes esperam de você?
Depois, verifique a coerência das suas ações, antes de ir ao mercado. Se você entende de gente, não adianta ficar buscando negócios de logística ou informática.
Relembrando: você precisa saber:
1. Qual é sua missão de vida;
2. Qual é a sua causa;
3. Quais são os seus desejos;
4. Que tipo de problemas você gosta de resolver;
5. Qual é o seu dom;
6. Quais são as suas experiências profissionais;
7. Quais são as suas virtudes.
Disso tudo, vai nascer a sua marca. A marca como você vai ficar conhecido no mercado. Os grandes profissionais constroem suas grifes naquilo em que atuam.
Portanto, você deve criar seu logotipo e sua identidade visual, que também devem ser completamente coerentes com o seu posicionamento.
Lembre-se sempre: coerência com o seu posicionamento é fundamental para a escolha do mercado em que você vai atuar.
Cuide desses detalhes e tenho certeza de que vou encontrá-lo no pódio.
Dicas de Roberto Shinyashiki
É um canal onde você pode interagir conosco, fazer comentários e também manter-se em dia com as novidades de Pompéu e região,do mercado de trabalho,concursos e cursos gratuitos.Voltado para o crescimento pessoal e profissional.
Mostrando postagens com marcador artigo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador artigo. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
As 3 vantagens do pinguim sobre o pato
Exceto o pato Donald, é muito raro vermos patos sendo aclamados pela sociedade. Inclusive, citamos o pato como exemplo de quem mandou mal “Fulano foi pato naquela negociação”. Em compensação, o pinguim é praticamente um herói mundial (Madagascar, Happy Feet, Tá dando onda, etc.). Até quando é vilão do Batman o pinguim é um bicho maneiro.
E o que isso tem a ver com empreendedorismo?
O pato tenta nadar, voar e andar, mas não faz nada direito. O pinguim por outro lado, não voa e é todo desengonçado andando, mas tem um foco muito claro: ser um especialista na água. Essa especialização o torna muito mais eficiente na hora de buscar seu alimento.
Não adianta disfarçar1. Ser especialista torna mais fácil “vender o seu peixe”
Façamos um rápido exercício. Pense em 5 coisas do mundo, qualquer coisa.
Agora, pense em 5 coisas que estão na sua geladeira.
Aposto que foi muito mais fácil pensar em coisas na geladeira do que em qualquer coisa no mundo. Isso também acontece na hora que alguém pensa em te contratar.
É difícil enxergar a aplicação de um serviço que “faz tudo”. Porém, se você resolve muito bem algo específico, é de você que as pessoas vão lembrar quando tiverem essa demanda.
2. Especialização significa ter um diferencial
Se você resolve “mais ou menos” qualquer problema que eu tiver, por que eu pagaria caro por esse serviço? Pra resolver “mais ou menos” eu consigo facilmente contratar outra pessoa ou então eu mesmo resolvo.
O especialista é aquele que é chamado quando “o bicho pega” e ninguém mais conseguiu resolver esse pepino. Ou seja, sua hora de trabalho vale muito mais.
3. Uma equipe de especialistas vale mais do que uma equipe de generalistas
Imagine um time de futebol em que todos os jogadores defendem, chutam e tocam a bola de forma mais ou menos. Agora coloque esse time contra o glorioso Bahia, que tem um paredão na defesa, um meio de campo expert em fazer a conexão e um ataque matador.
Numa empresa ideal a estrutura é parecida com a do Bahia em que cada um tem a sua função e a executa perfeitamente, em prol de um objetivo comum. A Apple por exemplo, tem várias linhas de produto, mas sempre dentro do seu foco: bens de consumo eletrônicos.
Alguém consegue imaginar a Apple fazendo bolas de futebol ou sorvetes?
Porém, não confunda especialização com ignorância
Mais do que ser especialista ou generalista, o que importa é resolver o problema até o fim. Isso quer dizer que é necessário o mínimo de habilidades em outras áreas. Se o pinguim não andasse, como ele chegaria até a água?
Não adianta você se especializar em vendas, via internet, de sabonetes de morango, para descendentes de irlandeses, que moram em Niterói, sem entender os conceitos gerais de estratégia e marketing.
Conhecer os fundamentos básicos é essencial em qualquer profissão. Lembre-se sempre de Daniel San aprendendo karatê.
E o que isso tem a ver com empreendedorismo?
O pato tenta nadar, voar e andar, mas não faz nada direito. O pinguim por outro lado, não voa e é todo desengonçado andando, mas tem um foco muito claro: ser um especialista na água. Essa especialização o torna muito mais eficiente na hora de buscar seu alimento.
Façamos um rápido exercício. Pense em 5 coisas do mundo, qualquer coisa.
Agora, pense em 5 coisas que estão na sua geladeira.
Aposto que foi muito mais fácil pensar em coisas na geladeira do que em qualquer coisa no mundo. Isso também acontece na hora que alguém pensa em te contratar.
É difícil enxergar a aplicação de um serviço que “faz tudo”. Porém, se você resolve muito bem algo específico, é de você que as pessoas vão lembrar quando tiverem essa demanda.
2. Especialização significa ter um diferencial
Se você resolve “mais ou menos” qualquer problema que eu tiver, por que eu pagaria caro por esse serviço? Pra resolver “mais ou menos” eu consigo facilmente contratar outra pessoa ou então eu mesmo resolvo.
O especialista é aquele que é chamado quando “o bicho pega” e ninguém mais conseguiu resolver esse pepino. Ou seja, sua hora de trabalho vale muito mais.
3. Uma equipe de especialistas vale mais do que uma equipe de generalistas
Imagine um time de futebol em que todos os jogadores defendem, chutam e tocam a bola de forma mais ou menos. Agora coloque esse time contra o glorioso Bahia, que tem um paredão na defesa, um meio de campo expert em fazer a conexão e um ataque matador.
Numa empresa ideal a estrutura é parecida com a do Bahia em que cada um tem a sua função e a executa perfeitamente, em prol de um objetivo comum. A Apple por exemplo, tem várias linhas de produto, mas sempre dentro do seu foco: bens de consumo eletrônicos.
Alguém consegue imaginar a Apple fazendo bolas de futebol ou sorvetes?
Porém, não confunda especialização com ignorância
Mais do que ser especialista ou generalista, o que importa é resolver o problema até o fim. Isso quer dizer que é necessário o mínimo de habilidades em outras áreas. Se o pinguim não andasse, como ele chegaria até a água?
Não adianta você se especializar em vendas, via internet, de sabonetes de morango, para descendentes de irlandeses, que moram em Niterói, sem entender os conceitos gerais de estratégia e marketing.
Conhecer os fundamentos básicos é essencial em qualquer profissão. Lembre-se sempre de Daniel San aprendendo karatê.
Assinar:
Postagens (Atom)