Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) não terá mais a exigência de fiador para alunos de baixa renda ou de cursos de licenciatura. A medida, que será anunciada nesta quarta-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, passa a valer imediatamente para os próximos contratos firmados.
O Fies financia a mensalidade de alunos que não podem pagar pela formação em cursos superiores de instituições privadas. A figura do fiador será substituída pelo Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (FGEDUC). Esse fundo será mantido pelo Tesouro Nacional e pelas instituições de ensino que quiserem aderir ao projeto. Elas terão que repassar para o FGEDUC parte do que recebem do Ministério da Educação pelos alunos matriculados no Fies.
O estudante deverá optar pela modalidade sem fiador no momento em que se inscrever para participar do programa, o que é feito pelo SisFies. O benefício só vai valer para aqueles que cursarem licenciaturas ou tiverem renda familiar de até um salário mínimo e meio per capita. Também podem pedir dispensa do fiador os bolsistas parciais do Programa Universidade para Todos (ProUni) que queiram financiar o restante da mensalide.
Prazo de pagamento
Outra mudança é a renegociação do prazo de pagamento dos contratos antigos. Quem aderiu ao Fies antes de 14 de janeiro de 2010 poderá estender o período de pagamento da dívida para até três vezes o período de utilização do financiamento, mais doze meses. Um estudantes de um curso com duração de quatro anos, por exemplo, poderá pagar a dívida em até 13 anos, contados a partir da formatura. Essa medida já está sendo aplicada para todos os contratos firmados a partir de 2010.
Os estudantes interessados na renegociação podem fazer uma simulação a partir de um sistema que estará disponível a partir de hoje no SISFies, por onde também deve solicitar a revisão. Em seguida, interessado deve procurar a agência onde contratou o financiamento para apresentar a documentação necessária e formalizar a renegociação. O benefício poderá ser solicitado por estudantes que tenham prestação superior a R$ 100 mensais.
Desde abril deste ano, não há mais um período de inscrições para o Fies. O estudante pode aderir ao programa a qualquer momento e pedir reembolso das parcelas já pagas naquele semestre. Outra mudança foi a redução dos juros de 6,5% para 3,5% ao ano e o aumento do prazo de amortização. Com essas medidas, cresceu o número de contratos: foram 58 mil de janeiro a setembro de 2010, contra 32 mil firmados em 2009.
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Magistério tem dificuldade de atrair talentos para a carreira
Quase 2 milhões de professores trabalham nas salas de aulas de escolas públicas e particulares de educação básica no país. Se a profissão já teve grande importância no passado, hoje é difícil atrair jovens talentos para a carreira, avaliaram especialistas no Dia do Professor, comemorado na última sexta-feira. Os alunos que entram nos cursos de pedagogia são, em geral, aqueles com baixo desempenho no vestibular ou no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
De acordo com a Agência Brasil, uma análise dos inscritos para a edição do exame em 2007 mostra que, entre os candidatos com pior nota, a probabilidade de um deles escolher o magistério é três vezes maior do que entre aqueles com melhores notas. Quem ingressa nos cursos de pedagogia, que formam os professores da educação infantil e do ensino fundamental, tem um perfil específico: baixo nível socioeconômico e pais com escolaridade baixa.
Dados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) mostram que 41,6% dos estudantes de pedagogia têm renda mensal até três salários mínimos e quase um terço (32,1%) concilia os estudos com o trabalho para contribuir com o sustento da casa. Os pais de quase metade dos alunos têm grau de escolaridade baixo: 46,5% estudaram só até a 4.ª série do ensino fundamental e quase 70% cursaram o ensino médio integralmente em escola pública. Os dados referem-se ao Enade 2005, os mais recentes disponibilizados pelo Ministério da Educação (MEC).
O assessor especial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Célio da Cunha, alerta que o problema de desvalorização é antigo. “A universalização do ensino fundamental foi feita à custa dos baixos salários dos professores. Quando se expandiu o número de escolas e fez-se a inclusão de mais alunos, ironicamente foram os professores que financiaram isso porque a expansão não foi feita melhorando a carreira e os salários”, avalia.
O resultado desse processo pode ser medido pelo desinteresse dos estudantes do ensino médio. Pesquisa da Fundação Victor Civita, realizada no ano passado com 1,5 mil jovens, apontou que apenas 2% deles querem ser professor. O conselheiro nacional de Educação, Mozart Neves Ramos, acredita que quatro ações principais podem solucionar esse quadro: melhores salários, bons planos de carreira, formação inicial sólida e condições de trabalho adequadas.
Na avaliação dele, o Brasil deveria se inspirar no que fizeram os países que hoje têm os melhores índices educacionais como Cingapura, a Coreia do Sul e Finlândia. “A gente copia tanta coisa ruim e não olha as coisas boas que estão fazendo a diferença nesses lugares. Eles conseguiram atrair 20% dos alunos mais talentosos para o magistério simplesmente com um salário inicial atraente. Esse tem que ser o primeiro passo”, defende Ramos.
Para a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda, além desses aspectos, a valorização da carreira passa pela melhoria dos índices educacionais. “Recuperar a credibilidade da escola na formação dos jovens e das crianças é um fator que pode parecer subjetivo, mas faz diferença no momento da escolha da profissão”. Pilar, que é professora de história e começou a lecionar na década de 70, acredita que a sala de aula é um ambiente de trabalho que “tem a ver com a juventude. Não existe muita rotina quando se trabalha com crianças e jovens, há uma provocação constante e permanente pela busca do conhecimento”, ressalta.
Célio da Cunha acredita também que será necessária uma mudança de cultura e da visão que a própria sociedade tem do professor hoje. “A sociedade não acordou ainda para a importância da educação e o papel estratégico do professor para o desenvolvimento do país. Se um bom aluno diz que quer ser professor, as pessoas até riem dele”, afirma.
De acordo com a Agência Brasil, uma análise dos inscritos para a edição do exame em 2007 mostra que, entre os candidatos com pior nota, a probabilidade de um deles escolher o magistério é três vezes maior do que entre aqueles com melhores notas. Quem ingressa nos cursos de pedagogia, que formam os professores da educação infantil e do ensino fundamental, tem um perfil específico: baixo nível socioeconômico e pais com escolaridade baixa.
Dados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) mostram que 41,6% dos estudantes de pedagogia têm renda mensal até três salários mínimos e quase um terço (32,1%) concilia os estudos com o trabalho para contribuir com o sustento da casa. Os pais de quase metade dos alunos têm grau de escolaridade baixo: 46,5% estudaram só até a 4.ª série do ensino fundamental e quase 70% cursaram o ensino médio integralmente em escola pública. Os dados referem-se ao Enade 2005, os mais recentes disponibilizados pelo Ministério da Educação (MEC).
O assessor especial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Célio da Cunha, alerta que o problema de desvalorização é antigo. “A universalização do ensino fundamental foi feita à custa dos baixos salários dos professores. Quando se expandiu o número de escolas e fez-se a inclusão de mais alunos, ironicamente foram os professores que financiaram isso porque a expansão não foi feita melhorando a carreira e os salários”, avalia.
O resultado desse processo pode ser medido pelo desinteresse dos estudantes do ensino médio. Pesquisa da Fundação Victor Civita, realizada no ano passado com 1,5 mil jovens, apontou que apenas 2% deles querem ser professor. O conselheiro nacional de Educação, Mozart Neves Ramos, acredita que quatro ações principais podem solucionar esse quadro: melhores salários, bons planos de carreira, formação inicial sólida e condições de trabalho adequadas.
Na avaliação dele, o Brasil deveria se inspirar no que fizeram os países que hoje têm os melhores índices educacionais como Cingapura, a Coreia do Sul e Finlândia. “A gente copia tanta coisa ruim e não olha as coisas boas que estão fazendo a diferença nesses lugares. Eles conseguiram atrair 20% dos alunos mais talentosos para o magistério simplesmente com um salário inicial atraente. Esse tem que ser o primeiro passo”, defende Ramos.
Para a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda, além desses aspectos, a valorização da carreira passa pela melhoria dos índices educacionais. “Recuperar a credibilidade da escola na formação dos jovens e das crianças é um fator que pode parecer subjetivo, mas faz diferença no momento da escolha da profissão”. Pilar, que é professora de história e começou a lecionar na década de 70, acredita que a sala de aula é um ambiente de trabalho que “tem a ver com a juventude. Não existe muita rotina quando se trabalha com crianças e jovens, há uma provocação constante e permanente pela busca do conhecimento”, ressalta.
Célio da Cunha acredita também que será necessária uma mudança de cultura e da visão que a própria sociedade tem do professor hoje. “A sociedade não acordou ainda para a importância da educação e o papel estratégico do professor para o desenvolvimento do país. Se um bom aluno diz que quer ser professor, as pessoas até riem dele”, afirma.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
15 DE OUTUBRO - DIA DO PROFESSOR
PARABÉNS PROFESSOR
Muito além dos 200 dias letivos, somos Professores, acreditamos na utopia de um mundo melhor e de pessoas melhores.
Li outro dia, uma frase que era mais ou menos assim " Estamos tão preocupados que tipo de planeta vamos deixar para nossos filhos que nos esquecemos de nos preocupar que tipo de filhos vamos deixar para o planeta "
A minha resposta para essa frase seria " O Professor está justamente trabalhando para que não apenas o Planeta seja melhor, mas que as Pessoas que habitam nele também o sejam".
FELIZ DIA DOS PROFESSORES.
Muito além dos 200 dias letivos, somos Professores, acreditamos na utopia de um mundo melhor e de pessoas melhores.
Li outro dia, uma frase que era mais ou menos assim " Estamos tão preocupados que tipo de planeta vamos deixar para nossos filhos que nos esquecemos de nos preocupar que tipo de filhos vamos deixar para o planeta "
A minha resposta para essa frase seria " O Professor está justamente trabalhando para que não apenas o Planeta seja melhor, mas que as Pessoas que habitam nele também o sejam".
FELIZ DIA DOS PROFESSORES.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Hospitais terão de notificar casos de superbactéria
São Paulo - Os hospitais serão obrigados a comunicar às autoridades sanitárias a ocorrência de infecção por superbactérias entre seus pacientes. A medida integra o Plano Nacional de Microagentes Multirresistentes, um projeto em elaboração desde o início do ano, mas que foi apressado diante do recente avanço no País da KPC, uma superbactéria resistente à maior parte dos antibióticos disponíveis no mercado.
O plano está sob coordenação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e tem como meta controlar a propagação das superbactérias. No caso da KPC, os pacientes já debilitados não respondem ao tratamento tradicional e precisam tomar drogas altamente tóxicas ou que, por serem muito caras, nem sempre estão disponíveis na rede pública.
Atualmente, os hospitais não são obrigados a comunicar à vigilância sanitária casos de bactérias multirresistentes. O episódio da KPC, por exemplo, reflete essa lacuna. A Anvisa foi notificada sobre surtos provocados pela superbactéria em hospitais do Distrito Federal. Mas os próprios integrantes da agência reconhecem que há vários outros casos no País.
Como revelou o jornal O Estado de S. Paulo no sábado, só no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-USP) há pelo menos 70 registros de pacientes que apresentaram, desde 2008, a infecção. O Laboratório de Pesquisa de Resistência Bacteriana da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) já confirmou KPC em amostras vindas de João Pessoa, Recife, Vitória, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O plano está sob coordenação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e tem como meta controlar a propagação das superbactérias. No caso da KPC, os pacientes já debilitados não respondem ao tratamento tradicional e precisam tomar drogas altamente tóxicas ou que, por serem muito caras, nem sempre estão disponíveis na rede pública.
Atualmente, os hospitais não são obrigados a comunicar à vigilância sanitária casos de bactérias multirresistentes. O episódio da KPC, por exemplo, reflete essa lacuna. A Anvisa foi notificada sobre surtos provocados pela superbactéria em hospitais do Distrito Federal. Mas os próprios integrantes da agência reconhecem que há vários outros casos no País.
Como revelou o jornal O Estado de S. Paulo no sábado, só no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-USP) há pelo menos 70 registros de pacientes que apresentaram, desde 2008, a infecção. O Laboratório de Pesquisa de Resistência Bacteriana da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) já confirmou KPC em amostras vindas de João Pessoa, Recife, Vitória, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Anvisa analisa comércio de pulseira bioquântica
Vendidas com o apelo de melhorar o equilíbrio e ativar a circulação sanguínea, as pulseiras bioquânticas tiveram sua publicidade suspendida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Esses braceletes, que prometem "estabilizar a energia do corpo", começaram a ser usados por atletas. Celebridades foram fotografadas com as tiras de silicone adornadas por um holograma. A Anvisa informou que pode proibir o comércio das pulseiras no país.
A pulseira original, americana, tem a marca Power Balance. A genérica brasileira é da marca Life Extreme. Tanto uma quanto outra estão sendo investigadas e deverão ser processadas por publicidade irregular, segundo Ana Paula Massera, gerente de fiscalização de propaganda da Anvisa.
Charlatanismo
A Power Balance propaga em seu site que o uso da pulseira aumenta a concentração e a força física porque contém um holograma que "otimiza a fluência energética natural do corpo". O site da pulseira brasileira, vendida na internet a R$ 159, dá explicação similar.
Vanderli de Assis, que afirma ter criado o modelo brasileiro e se apresenta como professor de física da Universidade Federal de Minas Gerais (não há registro dele na universidade), diz que o holograma, formado por camadas de magnésio, alumínio, ferro e silício, "emite uma frequência que gera estabilidade no campo eletromagnético do ser humano". Assim, o corpo não seria afetado por frequências externas como ondas de equipamentos eletrônicos, daí o maior equilíbrio do usuário.
Para Marcos Duarte, professor de biodinâmica da Faculdade de Educação Física da USP, as explicações são "charlatanismo quântico". "A ideia de que um holograma possa interagir com as frequências do corpo e trazer benefício ao equilíbrio é puramente falsa", diz.
Cláudio Furukawa, do Instituto de Física da USP, reforça: "Não há explicação cientifica para isso. Holograma não emite onda".
A pulseira original, americana, tem a marca Power Balance. A genérica brasileira é da marca Life Extreme. Tanto uma quanto outra estão sendo investigadas e deverão ser processadas por publicidade irregular, segundo Ana Paula Massera, gerente de fiscalização de propaganda da Anvisa.
Charlatanismo
A Power Balance propaga em seu site que o uso da pulseira aumenta a concentração e a força física porque contém um holograma que "otimiza a fluência energética natural do corpo". O site da pulseira brasileira, vendida na internet a R$ 159, dá explicação similar.
Vanderli de Assis, que afirma ter criado o modelo brasileiro e se apresenta como professor de física da Universidade Federal de Minas Gerais (não há registro dele na universidade), diz que o holograma, formado por camadas de magnésio, alumínio, ferro e silício, "emite uma frequência que gera estabilidade no campo eletromagnético do ser humano". Assim, o corpo não seria afetado por frequências externas como ondas de equipamentos eletrônicos, daí o maior equilíbrio do usuário.
Para Marcos Duarte, professor de biodinâmica da Faculdade de Educação Física da USP, as explicações são "charlatanismo quântico". "A ideia de que um holograma possa interagir com as frequências do corpo e trazer benefício ao equilíbrio é puramente falsa", diz.
Cláudio Furukawa, do Instituto de Física da USP, reforça: "Não há explicação cientifica para isso. Holograma não emite onda".
Cuidados com o Formspring
Funcionamento e breve histórico
O Formspring não é uma rede social nova. Ele foi concebido nos EUA no dia 25 de novembro de 2009, e desde tal época, a rede vem obtendo um número elevado de utilizadores assíduos. Em 3 meses o site conseguiu atingir a marca dos 3,9 milhões de usuários brasileiros, assim como ocorreu com o Orkut (que ainda é a rede social mais popular aqui).
O Formspring já virou mania entre diversos blogueiros e twitteiros de plantão. Existe uma versão não-oficial em português do site, chamada MePergunte.com. No entanto, não chega perto do número de usuários do oficial Formspring.me, que aliás, eu recomendo mais.
O funcionamento é bem básico e fácil. Qualquer pessoa, registrada ou não registrada, pode elaborar uma pergunta e enviá-la a um membro cadastrado. Após enviá-la, o receptor da mensagem irá analisar e, se ele quiser, irá respondê-la. Se aceita e respondida pelo membro, a pergunta será publicamente mostrada no perfil do usuário, assim como todas as outras.
O site permite que você tenha seguidores, ou siga alguém - bem como no Twitter. Você também pode criar um plano de fundo para a sua página, e colocar uma foto principal em seu profile.
Os riscos do Formspring: prós e contras
Contras
Por ser uma rede social aberta, ou seja, qualquer pessoa não registrada esteja apta a perguntar, o site é recheado de spams. Porém, alguns outros fatores fazem com que a rede social tenha pontos contras. É o caso das pessoas que só fazem perguntas ofensivas e abusivas, além de poderem realizar qualquer tipo de pergunta para a pessoa.
Outro detalhe que deve ser discutido com cautela referente ao Forms, é o cyberbullying. Um indivíduo pode utilizar de forma mal-intencionada alguma informação que você publicou, para lhe prejudicar virtualmente ou pessoalmente. Entretanto, um desconhecido qualquer pode saber mais sobre sua vida lendo suas respostas.
Prós
Embora haja riscos, como em qualquer outra rede social, o Formspring é um site descontraído. Você pode conversar com vários amigos ao mesmo tempo, perguntar qualquer coisa para outra pessoa, integrar o seu Forms à outras redes sociais como o Twitter, Facebook, MySpace e Blogger, dentre tantas outras coisas. Contudo, a finalidade principal do site é fazer perguntas, e responder as que você receber.
O bacana é que você pode ser seletivo em suas mensagens, isto é, você responde se quiser. Se considerar alguma mensagem como ofensiva ou indevida, basta excluí-la e não respondê-la. No mais, ninguém pode ver as perguntas que você recebe, a menos que você responda-as.
Se você tiver um blog ou site, você pode usar o Formspring como um espaço para dúvidas, bate-papo com os visitantes e seguidores, help desk, e etc.
O Formspring não é uma rede social nova. Ele foi concebido nos EUA no dia 25 de novembro de 2009, e desde tal época, a rede vem obtendo um número elevado de utilizadores assíduos. Em 3 meses o site conseguiu atingir a marca dos 3,9 milhões de usuários brasileiros, assim como ocorreu com o Orkut (que ainda é a rede social mais popular aqui).
O Formspring já virou mania entre diversos blogueiros e twitteiros de plantão. Existe uma versão não-oficial em português do site, chamada MePergunte.com. No entanto, não chega perto do número de usuários do oficial Formspring.me, que aliás, eu recomendo mais.
O funcionamento é bem básico e fácil. Qualquer pessoa, registrada ou não registrada, pode elaborar uma pergunta e enviá-la a um membro cadastrado. Após enviá-la, o receptor da mensagem irá analisar e, se ele quiser, irá respondê-la. Se aceita e respondida pelo membro, a pergunta será publicamente mostrada no perfil do usuário, assim como todas as outras.
O site permite que você tenha seguidores, ou siga alguém - bem como no Twitter. Você também pode criar um plano de fundo para a sua página, e colocar uma foto principal em seu profile.
Os riscos do Formspring: prós e contras
Contras
Por ser uma rede social aberta, ou seja, qualquer pessoa não registrada esteja apta a perguntar, o site é recheado de spams. Porém, alguns outros fatores fazem com que a rede social tenha pontos contras. É o caso das pessoas que só fazem perguntas ofensivas e abusivas, além de poderem realizar qualquer tipo de pergunta para a pessoa.
Outro detalhe que deve ser discutido com cautela referente ao Forms, é o cyberbullying. Um indivíduo pode utilizar de forma mal-intencionada alguma informação que você publicou, para lhe prejudicar virtualmente ou pessoalmente. Entretanto, um desconhecido qualquer pode saber mais sobre sua vida lendo suas respostas.
Prós
Embora haja riscos, como em qualquer outra rede social, o Formspring é um site descontraído. Você pode conversar com vários amigos ao mesmo tempo, perguntar qualquer coisa para outra pessoa, integrar o seu Forms à outras redes sociais como o Twitter, Facebook, MySpace e Blogger, dentre tantas outras coisas. Contudo, a finalidade principal do site é fazer perguntas, e responder as que você receber.
O bacana é que você pode ser seletivo em suas mensagens, isto é, você responde se quiser. Se considerar alguma mensagem como ofensiva ou indevida, basta excluí-la e não respondê-la. No mais, ninguém pode ver as perguntas que você recebe, a menos que você responda-as.
Se você tiver um blog ou site, você pode usar o Formspring como um espaço para dúvidas, bate-papo com os visitantes e seguidores, help desk, e etc.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
UFJF lança edital para seleção de tutor a distância
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) lançou, através do Centro de Educação a Distância (Cead/UFJF), o Edital nº 19/2010 para seleção de um tutor a distância para o curso de Licenciatura em Química. Os interessados têm até o dia 15 de outubro para se inscrever.
Caberá ao tutor a distância orientar e acompanhar os estudantes do curso, através da plataforma Moodle, sob a coordenação de professores da UFJF. Fará parte, também, das atribuições do tutor a distância a participação em cursos de capacitação oferecidos pelo Cead. A remuneração do tutor será de R$765 mensais por uma jornada de trabalho de 20 horas semanais.
Para concorrer às vagas, o candidato precisa ser graduado em Química e ter concluído ou estar cursando pós-graduação ou ter pelo menos um ano de experiência comprovada em magistério de qualquer nível de ensino.
A seleção será feita através de análise de currículo. O resultado preliminar do processo será divulgado no dia 19 de outubro no site do Cead. No dia 20, os interessados poderão encaminhar os pedidos de recurso e o resultado final será publicado no dia 21 de outubro.
Inscrições
O candidato deverá realizar sua inscrição no site do Cead a partir das 17h do dia 6 de outubro até as 14h do dia 15, na seção “Editais e Formulários”, clicando no link próprio do formulário de inscrição. O formulário impresso deverá ser entregue junto com a documentação exigida no edital na sede do Cead (campus da UFJF) até o dia 15 de outubro.
Caberá ao tutor a distância orientar e acompanhar os estudantes do curso, através da plataforma Moodle, sob a coordenação de professores da UFJF. Fará parte, também, das atribuições do tutor a distância a participação em cursos de capacitação oferecidos pelo Cead. A remuneração do tutor será de R$765 mensais por uma jornada de trabalho de 20 horas semanais.
Para concorrer às vagas, o candidato precisa ser graduado em Química e ter concluído ou estar cursando pós-graduação ou ter pelo menos um ano de experiência comprovada em magistério de qualquer nível de ensino.
A seleção será feita através de análise de currículo. O resultado preliminar do processo será divulgado no dia 19 de outubro no site do Cead. No dia 20, os interessados poderão encaminhar os pedidos de recurso e o resultado final será publicado no dia 21 de outubro.
Inscrições
O candidato deverá realizar sua inscrição no site do Cead a partir das 17h do dia 6 de outubro até as 14h do dia 15, na seção “Editais e Formulários”, clicando no link próprio do formulário de inscrição. O formulário impresso deverá ser entregue junto com a documentação exigida no edital na sede do Cead (campus da UFJF) até o dia 15 de outubro.
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